
O novo ciclo de hostilidades afeta rotas globais de petróleo, com um colega que acompanha geopolítica podendo ver o contexto por trás da escalada.

EUA e Irão trocam ataques. Ormuz em risco Fluxo da história e fatos principais
As forças dos Estados Unidos lançaram novos ataques aéreos contra alvos no Irão na tarde de 10 de junho de 2026, em resposta a um ataque iraniano a bases norte-americanas no Bahrein, Kuwait e Jordânia. O Comando Central dos EUA (Centcom) confirmou os bombardeios, que começaram às 22h15 em Portugal, visando instalações consideradas estratégicas no sul do Irão, incluindo Bandar Abbas, Sirik, Minab, Qeshm e Gurgã. O secretário da Defesa, Pete Hegseth, afirmou que a ação cumpre ordens diretas do presidente Donald Trump e visa minar capacidades militares iranianas.
Em resposta, o Irão anunciou o fechamento imediato do Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais importantes do mundo, por onde passa cerca de um quinto do petróleo comercializado globalmente. As forças armadas iranianas afirmaram ter lançado drones e mísseis contra navios norte-americanos próximos ao estreito, embora o Centcom negue danos a suas embarcações. A decisão de bloquear a passagem afeta diretamente o comércio internacional, especialmente no setor energético.
Este ciclo de hostilidades marca uma ruptura clara com o frágil cessar-fogo de abril, com ambos os lados descartando negociações imediatas. O Irão acusa os EUA de agressão contínua, enquanto Washington insiste que o Irão tenta 'tactear' limites antes de negociar. A situação permanece volátil, com risco de escalada regional e impacto crescente sobre mercados de energia e segurança marítima.
Fatos
- Em 10 de junho de 2026, os EUA lançaram ataques aéreos contra alvos no sul do Irão, incluindo Bandar Abbas, Sirik, Minab, Qeshm e Gurgã.
- O Irão respondeu com o anúncio do bloqueio do Estreito de Ormuz, ameaçando atacar qualquer embarcação que tente atravessar.
- O Corpo de Guardas da Revolução Islâmica afirmou ter atacado bases dos EUA no Bahrein, Kuwait e Jordânia com drones e mísseis na madrugada do mesmo dia.
- O secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, declarou que os bombardeios cumprem ordens do presidente Donald Trump e visam 'instalações-chave'.
- O Centcom negou que navios de guerra norte-americanos tenham sido atingidos por ataques iranianos no Golfo Pérsico.
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