
A troca do Google pelo Qwant no Parlamento Europeu mostra um passo concreto rumo à soberania digital, um contexto útil para um colega que acompanha políticas tecnológicas europeias.

Parlamento Europeu troca Google por Qwant Fluxo da história e fatos principais
O Parlamento Europeu anunciou em junho de 2026 que substituiu o Google pelo motor de busca francês Qwant como ferramenta padrão em seus computadores. A mudança, implementada por meio de uma comunicação interna, visa fortalecer a soberania digital europeia e proteger a privacidade de dados nos corredores do poder. O Qwant, fundado em 2013, destaca-se por não monitorizar utilizadores nem comercializar dados pessoais, alinhando-se com os valores de proteção de privacidade da União Europeia.
A decisão é parte de uma estratégia mais ampla de redução da dependência tecnológica face a grandes empresas dos Estados Unidos. Embora o uso do Qwant seja agora a configuração padrão, funcionários e eurodeputados podem ainda alterar manualmente suas preferências para outros motores de busca, garantindo flexibilidade operacional. A transição aplica-se a browsers como Firefox e Microsoft Edge usados nos equipamentos institucionais.
O movimento segue pressão de um grupo de 38 deputados europeus que, em carta à presidente Roberta Metsola, defendeu a necessidade de desvincular plataformas institucionais de software estrangeiro. A mudança antecede um pacote legislativo da Comissão Europeia focado em soberania tecnológica, que deverá impulsionar soluções locais. A Google não emitiu qualquer comentário sobre a decisão de Bruxelas.
Fatos
- Em junho de 2026, o Parlamento Europeu substituiu o Google pelo Qwant como motor de busca padrão em seus computadores.
- O Qwant é um motor de busca francês fundado em 2013 que não rastreia utilizadores nem comercializa dados pessoais.
- A mudança foi comunicada internamente com justificativa baseada na soberania digital e proteção de dados.
- Funcionários do Parlamento podem alterar manualmente para outros motores de busca, mantendo liberdade técnica.
- A decisão segue pressão de 38 deputados europeus que alertaram para riscos estratégicos da dependência de empresas dos EUA.
- A Google não emitiu comentário sobre a mudança implementada em Bruxelas.
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