Ilustração de um robô macio feito de papel de arroz em decomposição no solo, com raízes brotando ao redor.
Ilustração de um robô macio feito de papel de arroz em decomposição no solo, com raízes brotando ao redor.

Robôs que se decompõem em semanas, com um contexto útil para um colega que acompanha inovações sustentáveis.

Robôs feitos de papel de arroz que se decompõem em 32 dias Fluxo da história e fatos principais

Pesquisadores da Universidade de Bristol desenvolveram robôs macios feitos de papel de arroz, um material biodegradável e não tóxico que se decompõe em até 32 dias. Inspirados em ingredientes comuns de cozinha, como os usados em rolinhos primavera vietnamitas, os cientistas descobriram que o papel de arroz tem propriedades mecânicas comparáveis às do silicone usado em robótica, mas com a vantagem de ser sustentável e seguro para uso doméstico.

O estudo, apresentado na conferência IEEE RoboSoft 2024, mostra que o material, derivado do arroz (Oryza sativa L.) e da raiz de mandioca (Manihot esculenta), pode ser uma alternativa acessível e ecológica para protótipos de robôs macios. Isso abre caminho para maior experimentação por estudantes, educadores e o público em geral, sem os resíduos de longa duração associados ao silicone.

A equipe agora quer desenvolver robôs totalmente biodegradáveis capazes de plantar sementes em áreas de difícil acesso. O próximo desafio é criar um sistema de combustível compostável e um mecanismo de controle que também se decomponha, permitindo que esses robôs saiam do laboratório e funcionem no meio ambiente de forma sustentável.

Fatos

  • Cientistas da Universidade de Bristol criaram robôs macios usando papel de arroz, que se decompõe em 32 dias.
  • O papel de arroz é derivado de arroz (Oryza sativa L.) e raiz de mandioca (Manihot esculenta), ambos materiais renováveis.
  • O desempenho mecânico do papel de arroz é semelhante ao do silicone usado em robótica macia, segundo o estudo apresentado na IEEE RoboSoft 2024.
  • A equipe busca desenvolver robôs totalmente biodegradáveis para plantar sementes em áreas de difícil acesso.
  • A pesquisadora Christine Braganza destaca que a inovação permite experimentar robótica macia de forma sustentável em casa.

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